{"id":1309,"date":"2009-11-01T16:28:49","date_gmt":"2009-11-01T16:28:49","guid":{"rendered":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/?p=1309"},"modified":"2011-11-10T15:36:32","modified_gmt":"2011-11-10T15:36:32","slug":"mariza","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/archives\/1309","title":{"rendered":"Lisboa rende-se perante Mariza"},"content":{"rendered":"<p>O coliseu de Lisboa estremeceu e aplaudiu de p\u00e9 Mariza durante todo o memor\u00e1vel concerto de dia 31 de Outubro!<br \/>\nMariza esteve no seu melhor &#8211; confidente, segura e vocalmente estonteante!<br \/>\nComo j\u00e1 todos o sabem, tenho tamanha admira\u00e7\u00e3o por Mariza que se torna imposs\u00edvel caligrafar tal paix\u00e3o, respeito e gratid\u00e3o. J\u00e1 se torna dif\u00edcil contabilizar, mas nunca recordar, todos os concertos que j\u00e1 vi de Mariza. Esta descoberta remonta a 2001 e, desde esse momento, que uma grande identifica\u00e7\u00e3o com a sua arte e forma de sentir me v\u00eam acompanhando. <\/p>\n<p>Na passada noite, Mariza trouxe-nos, do album Terra, noves temas. Interpretou brilhantemente <em>J\u00e1 Me Deixou, Morada Aberta, Tasco da Mouraria, Alfama, Rosa Branca, Minh&#8217;Alma, Beijo de Saudade<\/em> e, com um sabor muito muito especial, apresentou-nos de forma segura e vertical o forte poema <em>Recurso<\/em> e \u00edntima e saudosamente <em>Vozes do Mar<\/em>.  O concerto ainda contou com o caloroso <em>Chuva<\/em>, o bairrista e livre <em>Maria Lisboa<\/em>, o sentido <em>Primavera<\/em>, os sorridentes <em>Feira de Castro<\/em> e <em>Oi\u00e7a l\u00e1 \u00f3 Senhor Vinho<\/em>, o cl\u00e1ssico <em>Meu Fado Meu<\/em>, o apote\u00f3tico e laudat\u00f3rio <em>Barco Negro<\/em> e o \u00fanico e arrepiante <em>\u00d3 Gente da Minha Terra<\/em>. <\/p>\n<p>Nota, tamb\u00e9m, extraordin\u00e1ria para a presta\u00e7\u00e3o dos m\u00fasicos em palco. Marino de Freitas, no baixo ac\u00fastico, Vicky Marques na bateria e percuss\u00e3o, Simon James, no piano e trompete, e, genialmente, \u00c2ngelo Freire na guitarra portuguesa e Diogo Clemente na viola de fado.<\/p>\n<p>Mariza mostrou-se c\u00famplice para com o seu p\u00fablico e, entre sucessivas partilhas, reduziu o coliseu a uma taberna para interpretar acapella <em>Zanguei-me Com Meu Amor<\/em>.<br \/>\nA cantora perante aplausos e manifestos de rever\u00eancia fez um encore de quatro temas, porque a hora j\u00e1 mais pouco permitia, devolvendo a honra e respeito ao seu p\u00fablico numa v\u00e9nia demorada (interiorizada na sua recente passagem pelo Jap\u00e3o) e lan\u00e7ou-se com toda a for\u00e7a na not\u00e1vel e final interpreta\u00e7\u00e3o de <em>Cavaleiro Mongeiro<\/em>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/blitz.aeiou.pt\/users\/0\/65\/marizaalto-688e.jpg\" title=\"marizacoliseu\" class=\"alignnone\" width=\"367\" height=\"550\" \/><\/p>\n<h5 class=\"rating_bar\">\n<div style=\"width:90%\"><\/div>\n<p> (19\/20)<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O coliseu de Lisboa estremeceu e aplaudiu de p\u00e9 Mariza durante todo o memor\u00e1vel concerto de dia 31 de Outubro! Mariza esteve no seu melhor &#8211; confidente, segura e vocalmente estonteante! Como j\u00e1 todos o sabem, tenho tamanha admira\u00e7\u00e3o por Mariza que se torna imposs\u00edvel caligrafar tal paix\u00e3o, respeito e gratid\u00e3o. J\u00e1 se torna dif\u00edcil [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[28,15],"tags":[],"class_list":["post-1309","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-archive","category-music"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1309","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1309"}],"version-history":[{"count":28,"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1309\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1458,"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1309\/revisions\/1458"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1309"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1309"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/web.ist.utl.pt\/rmch\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1309"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}